Saudade é quando
a ausência do outro
não cabe mais em nós,
restando-nos as fotos esmaecidas,
os beijos e abraços
liquefazendo-se
no ar, no mar dos afetos.
Saudade é Riobaldo narrando Diadorim,
narrando Diadorim: os
sertões da alma...
Há que ser cacto
ou saudade nos mata.
Elis Franco
In:
Focus: antologia poética XII. Org. Ivan de Almeida. Salvador: Cogito:
2017. p. 66
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